Mais de 10 mil bebês atendidos
Osteopatia pediátrica em Brasília

Seu bebê fez o teste do pezinho, do olhinho e da orelhinha. Ninguém olhou o corpo dele.

A avaliação de osteopatia pediátrica procura tensões, assimetrias e restrições de movimento enquanto ainda são simples de corrigir. E ela tem hora: no torcicolo congênito, a idade em que o tratamento começa é o principal fator de prognóstico.

Dr. Thiago Alvim · Osteopata pediátrico desde 2017 · Atendimento desde o nascimento

Dr. Thiago Alvim, osteopata pediátrico, de braços cruzados e sorrindo
Asa Sul e Asa Norte Brasília, com hora marcada
2017Atendendo bebês em osteopatia pediátrica desde
Osteopata pediátrico de Brasília
+10 milBebês atendidos ao longo da carreira
0 diaIdade mínima. Avaliamos desde o nascimento
A janela de correção

A idade em que se começa não é um detalhe.
É o principal fator de prognóstico.

No torcicolo muscular congênito, uma das alterações mais comuns e mais silenciosas do recém-nascido, a literatura é consistente em um ponto: quanto mais cedo o tratamento começa, melhor o desfecho e menor a chance de precisar de cirurgia.

Até 1 mês
99%

de prognóstico bom quando a intervenção começa no primeiro mês de vida.

Até 3 meses
92%

de resultado excelente ou bom, e nenhum caso precisou de cirurgia.

3 a 6 meses
Fecha

é a última fase em que a assimetria craniana ainda costuma responder só a reposicionamento, sem órtese.

Mais tarde
45%

das crianças que chegaram tarde precisaram de cirurgia do esternocleidomastoideo.

De onde vêm esses números. Séries clínicas e revisões sobre torcicolo muscular congênito e plagiocefalia posicional. Cada bebê é único, e nenhum resultado pode ser prometido: os dados descrevem grupos, não indivíduos. O que eles mostram com clareza é a direção. Esperar custa caro.
Por que avaliar todo bebê

O parto é o evento mecânico mais intenso da vida de um ser humano.

E ele acontece com um corpo cujos ossos do crânio ainda não estão fundidos. Compressão, rotação, tração, tempo de expulsivo, posição intrauterina, cesárea de última hora: tudo isso deixa marca funcional. Na maioria dos bebês, o próprio corpo resolve. Em uma parte deles, não. O problema é que ninguém checa qual é qual.

Recém-nascido dormindo no colo da mãe, enrolado em uma manta
60,5%

dos partos no Brasil são cesárea, chegando a cerca de 90% na rede privada. Um contexto de nascimento diferente daquele para o qual o corpo do bebê está calibrado.

~45%

dos recém-nascidos apresentam alguma alteração craniana. A maioria é leve e transitória, mas parte dela persiste e se acentua com o posicionamento nos primeiros meses.

1 em 250

é a estimativa mais citada para torcicolo muscular congênito, e algumas séries relatam números bem maiores. Quase sempre passa despercebido em casa.

Onde tudo começa

Seu bebê nasceu enrolado. E isso era para ser assim.

Ele chega ao mundo praticamente sem pescoço, com os braços dobrados e as mãozinhas fechadas. Essa tensão não é defeito nem sinal de problema: era exatamente o que o corpo dele precisava para caber e se organizar dentro do útero.

O que muda no nascimento é a tarefa. Ele passou nove meses se adaptando à vida lá dentro, e agora precisa se readaptar à vida aqui fora. Essa readaptação é uma jornada, e ela nem sempre acontece por completo sozinha.

Toda a causa do problema do bebê são as tensões.

Dr. Thiago Alvim, osteopata pediátrico
A escala

Começa num detalhe. E vai escalando.

Quando parte dessa tensão fica para trás, ela aparece em fases, quase sempre na mesma ordem. É por isso que a idade em que a família procura ajuda já diz muito sobre o que vamos encontrar. Veja em qual fase o seu bebê está.

  1. Primeiras semanas

    A amamentação

    É o primeiro sinal que a mãe sente, e quase ninguém liga ao corpo do bebê. Ele pega bem de um seio e briga no outro, a mamada é longa e cansativa, entra muito ar, e o mamilo dói só de um lado. A cervical alta com pouca mobilidade dificulta girar a cabeça para um dos lados.

    Pega difícilMama só de um ladoMamada longaMuito ar
  2. 1 a 3 meses

    O sistema digestivo

    É a fase que todo mundo conhece e que a família aprende a chamar de fase. Cólica que não segue o roteiro, refluxo mesmo com ganho de peso adequado, dificuldade para evacuar, constipação e um sono que se quebra a cada ciclo curto.

    CólicaRefluxoDisquesiaConstipaçãoSono picado
  3. 2 a 4 meses

    A postura e a simetria

    Aqui a tensão fica visível. O bebê não gosta de ficar de barriga para baixo, mantém o pescoço inclinado para o mesmo lado, arqueia o corpo para trás e a cabecinha começa a achatar de um lado. É a última fase em que a assimetria craniana costuma responder só a reposicionamento, sem órtese.

    Recusa o tempo de barriga para baixoPescoço sempre inclinadoCabeça achatadaArqueia o corpo
  4. A partir do 3º ou 4º mês

    O desenvolvimento

    A consequência de tudo o que veio antes. O bebê não faz com quatro meses o que já era esperado para dois ou três, porque evita a posição que incomoda e, evitando, treina menos. O atraso não é preguiça: é um corpo que escolheu o caminho de menor desconforto.

    Marcos motores atrasadosNão rola para os dois ladosPouco apoio nos braços
Nenhum desses sinais é diagnóstico sozinho, e vários são fisiológicos. Mas cada fase é motivo suficiente para uma avaliação de mobilidade. Quanto mais alto na escala, mais simples costuma ser a correção.
Bebê deitado de bruços olhando para o lado durante o tempo de barriga para baixo
O custo de esperar

Nada disso é irreversível. Só fica mais difícil.

Esse é o ponto que costuma se perder na conversa. Depois dos seis meses ainda há muito a fazer, e bebês maiores respondem. Mas o caminho muda: mais tempo de acompanhamento, mais recursos envolvidos, e alguns desfechos que já não voltam sozinhos.

  • Assimetria de crânio e face que se consolida conforme os ossos crescem e se fundem.
  • Órtese craniana, o capacete, que costuma exigir de três a cinco meses de uso quase contínuo.
  • Cirurgia do esternocleidomastoideo em parte dos torcicolos que chegaram tarde.
  • Compensações de coluna descritas na literatura como caminho possível para escoliose.
  • Marcos motores atrasados, porque o bebê evita a posição que incomoda e treina menos.
  • Desmame antes da hora, quando a dificuldade de pega se arrasta e a família desiste.
Como funciona

A avaliação em quatro tempos

Uma consulta tranquila, com o bebê acordado ou dormindo, sem procedimento invasivo e sem pressa. Você fica junto o tempo inteiro.

Ilustração de duas mãos em concha sustentando a cabeça de um bebê recém-nascido
1

A história do nascimento

Como foi a gestação, a posição do bebê, o tipo de parto, o tempo de trabalho de parto, o uso de fórceps ou vácuo, e o que mudou desde então.

2

O exame do corpo todo

Postura, mobilidade cervical e de tronco, padrão de tensão, reação ao toque, simetria craniana e qualidade dos movimentos espontâneos.

3

A devolutiva, em português

O que foi encontrado, o que é esperado para a idade, o que merece acompanhamento e o que deve ser levado ao pediatra. Sem jargão.

4

O que fazer em casa

Orientações de posicionamento, colo, troca de lado na mamada e estímulo. A maior parte do resultado acontece entre uma sessão e outra.

Dr. Thiago Alvim de jaleco branco em seu consultório
Quem vai avaliar seu bebê

Dr. Thiago Alvim

Fisioterapeuta com formação em Osteopatia e atuação em Osteopatia Pediátrica desde 2017. Foi um dos primeiros profissionais de Brasília a atender exclusivamente bebês com essa abordagem, consolidada na Europa desde os anos 1990.

A história começou dentro de casa. Ele procurou a osteopatia para tratar o estrabismo da própria filha e evitar uma cirurgia. O que encontrou ali mudou a carreira dele.

“A maioria dos bebês chega até mim encaminhada por outro profissional, e quase sempre depois dos seis meses. Ainda dá para ajudar. Só que o melhor momento já passou, e ninguém tinha contado isso para aquela família.”
Fisioterapeuta Osteopatia Pediátrica desde 2017 CREFITO 241349-F Atendimento exclusivo de bebês
Transparência

O que a osteopatia pediátrica é, e o que ela não é

Você vai encontrar promessas grandes sobre esse assunto na internet. Aqui não vamos fazer nenhuma. É mais útil você saber exatamente onde essa avaliação ajuda e onde ela não tem nada a oferecer.

É

  • Uma avaliação manual da mobilidade, da postura e da simetria do corpo do bebê.
  • Uma abordagem suave, sem manobra brusca e sem procedimento invasivo.
  • Complementar ao pediatra, que continua sendo o médico do seu filho.
  • Mais eficaz quanto mais cedo, nas alterações que dependem de forma e movimento.
  • Um caminho para você entender o corpo do seu bebê, mesmo que nada seja encontrado.

Não é

  • Cura garantida. O COFFITO proíbe promessa de resultado, e com razão.
  • Substituto de consulta médica, exame de imagem ou tratamento pediátrico.
  • Indicada como primeiro passo diante de febre, vômito persistente, sangue nas fezes, perda de peso, apatia ou dificuldade respiratória. Nesses casos, pediatra ou emergência.
  • Solução única para cólica e refluxo. A evidência nesses quadros existe, mas é mais frágil do que costumam dizer por aí.
  • Consulta médica. Dr. Thiago é fisioterapeuta, não médico.
Onde atendemos

Duas unidades em Brasília

Atendimento presencial, com hora marcada, nas duas asas.

Asa Sul

SHLS Edifício Pio X

OHB, Conjunto B, Bloco A
Asa Sul, Brasília, DF
CEP 70390-906
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Asa Norte

Ed. Golden Office

SGAN 915, Bloco E, Térreo, Sala 002
Asa Norte, Brasília, DF
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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam

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